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CenterMeta de implantação da internet rápida no Brasil para os domicílios
e PMEs, até 2015, é de 75%, e pode reduzir a diferença em relação
ao restante do planeta.
No Fórum Íbero-Americano para o Desenvolvimento da Banda Larga,
ocorrido nesta segunda – feira (21), os representantes do Brasil,
Chile, Peru, México, Argentina, Costa Rica, bem como Estados Unidos,
Espanha e Portugal discutiram como implantar o sistema nos países
latinos-americanos e fazer com que a diferença destes com o resto
do mundo seja diminuída. De acordo com o consultor mexicano Ernesto
Flores-Roux, a América Latina está 15% abaixo, em desenvolvimento,
do resto do mundo.
Na abertura do evento foi divulgado que desde o ano 2000 a implantação
de internet banda larga nos países é discutida. Começou com os Estados
Unidos, chegando a todos os países posteriormente. Cezar Alvarez,
assessor direto da Presidência da República, afirmou que o conhecimento
de internet e banda por IP se tornam cada vez mais públicas. “Banda
larga é estratégica para política, informação e inclusão”, explicou.
Um dos pontos mais abordados na abertura foi a questão da inclusão
digital e a geração de empregos. Guillermo Tromberry, presidente
o Conselho Diretor da Superintendência de Investimentos Privados
em Comunicação (Ospitel) do Peru, afirmou que a implantação da banda
larga permite benefícios pessoais e profissionais, porque dão trabalho
aos membros das comunidades que ainda não têm acesso. A cada conexão
estabelecida, dois empregos são gerados no mercado.
Tromberry defende a integração dos países em suas zonas fronteiriças.
Exemplificou com a região do Acre e Rondônia: “Lá existe vários
tipos de produção, como cacau, madeira e café, mas não possuem produção
tecnológica. Já que o Sudeste é muito longe, nós do Peru e países
em torno poderíamos fornecer o que lhes falta, o que teria uma redução
significativa de custos”, explicou.
Cobertura da banda larga
Todo Brasil tem ressaltado, atualmente, o histórico da TI no país
e muitos não sabem que há, ali, pré-requisitos para a implantação
do Plano Nacional de Banda Larga. O deputado Julio Semeghini apontou
que ainda há necessidade de verificação de disponibilidade, velocidade
e preço, partindo das operadoras, para a instalação de internet.
Contudo, o acesso da banda larga fixa já foi superado pela móvel.
Atualmente, há cobertura de 39% dos domicílios no Estado de São
Paulo. “É aqui que acontece a realidade de todas as nossas políticas
públicas”, disse João Otaviano Machado Neto, representante do prefeiro
Gilberto Kassab.
De acordo com os palestrantes, a meta de cobertura até o fim do
próximo mandato presidencial, ou seja, até 2015, seja de 75% em
todo país.
Fonte: SEPRORJ