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CenterA evolução do Interactions´10 foi uma surpresa para Moisés Cunha,
da diretoria de coordenação de atendimento do Itaú-Unibanco, que
responde como superintendente de projetos e apoio a operação. Em
sua avaliação, nos dois últimos anos, inclusive como reflexo da
crise econômica, o evento deixou de ser meramente um local de lançamento
de produtos ou novos releases para se transformar em benchmarking
mostrando caminhos (ou possíveis caminhos). "A organização
do evento foi feliz por conseguir trazer e unir uma visão prática
de mercado embasado em soluções tecnológicas", destaca o profissional.
Para ele, este foi "o pulo do gato". Ele reforça o interesse
- e é o que está vendo - em cases interessantes aplicáveis no dia
a dia da operação, como o da Kodak. E o Itaú-Unibanco vive este
momento impar da busca de melhoria da qualidade. "Nosso foco
total é na melhoria de qualidade. E este evento pode nos dar suporte
e contribuir com visão para a estratégia que queremos alcançar",
diz.
Case da Kodak
O que encantou Moisés foi a transformação (e direcionamento) da
organização para atender pedidos simples do cliente. "Você
conseguir transformar o seu processo diário para a visão cliente
pode transparecer simples. A visão do cliente é imediata, de sentimento,
pois ele quer simplesmente fotografar um momento em sua vida. Para
atender, e se transformar em 100% cliente, é precisa jogar para
dentro da companhia essa visão de simplicidade e associar a um complexo
processo, que não interessa para o cliente", comenta Moisés.
De acordo com o executivo o Itaú-Unibanco, o cliente quer ser atendido.
"Não interessa teus processos, a complexidade da empresa. A
palavra é eficiência, ser eficaz no atendimento. Aí o cliente vai
te entender. E a Kodak conseguiu, como eles mostraram, atender este
sentimento. A tecnologia, na realidade, é o de menos!", pondera.
Fonte: CALLCENTER.INF.BR