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CenterA Geração Y não prefere a Internet na hora do atendimento. Para
alguns, uma contradição, já que esse público adora navegar na web
e lidar com as novas tecnologias. Porém, foi isso o que revelou
o estudo "Geração Y", conduzido pela Bridge Research,
empresa de pesquisa que tem foco na prestação de serviços de inteligência
na área de tecnologia. Os jovens consideram o telefone mais prático.
De acordo com a pesquisa, essa geração não tem paciência para escrever,
enviar e aguardar a solução por e-mail. Tem, ainda, insegurança
por não saber se o atendente realmente entendeu a mensagem enviada
pela Internet. "Os entrevistados disseram que a Internet ainda
é lenta e que costuma falhar como canal de atendimento e relacionamento
das empresas. Eles citam, também, a impessoalidade no atendimento
via chat ou e-mail", detalha Renato Trindade, presidente da
Bridge Research.
Em outros aspectos, a Geração Y se comporta de maneira similar às
demais gerações. A demora é a principal reclamação desses jovens,
porque a impaciência é uma das características desse grupo de pessoas.
As expectativas com relação ao atendimento também são similares
- esperam atendentes bem treinados e capacitados; com boa vontade;
eficientes; atenciosos e simpáticos; pró-ativos e com raciocínio
rápido. Ao serem atendidos, preferem não falar com mais de um atendente;
não ter a ligação derrubada; ter respostas diretas e objetivas;
e conseguir resolver o problema.
Entre as marcas apontadas, de forma espontânea, como as melhores
no atendimento estão Nextel, Nestlé, Sky, Samsung, Porto Seguro,
Brastemp, Net, Motorola, Unilever e 156 da Prefeitura de São Paulo.
As piores são Telefonica - unanimidade - Claro, Vivo, Medial e MasterCard.
O estudo é baseado em entrevistas pessoais com uma amostra de 672
pessoas na Grande São Paulo, Grande Rio de Janeiro e Grande Porto
Alegre, universo estimado em cerca de oito milhões de indivíduos,
sendo 48% de homens e 52% de mulheres das classes A, B e C com idades
entre 18 e 30 anos.
Fonte: CALLCENTER.INF.BR